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otado de uma simpatia contagiante, com muito carisma e paixão
pela música, o cantor, músico e compositor Marcos
Assumpção escolheu como sua vocação
a arte de cantar. Com 12 anos de carreira e 4 CDs gravados,
Marcos Assumpção leva a sua musicalidade focada
na Música Popular Brasileira para os quatro cantos do
país.
Marcos
Assumpção bem que tentou ‘escapar’
da carreira artística, mas foi em vão: estava
escrito que a sua vida estava traçada e destinada à
música. Com graduação em Direito e Medicina
Veterinária (inclusive montou a sua própria clínica
que funciona até hoje), a sua genética falou mais
alto. De uma família totalmente musical, filho de pai
seresteiro e violinista e mãe pianista, o cantor aos
9 anos de idade começou a aprender os primeiros acordes
de violão, que hoje desempenha com maestria. “Fui
quase obrigado a entrar na aula de violão (acreditam!).
Eu achava chato ir para a aula e ficava doido para acabar e
ir jogar bola na rua porque realmente eu queria ser jogador
de futebol. Tentei de tudo para sair fora da música mais
não deu certo. Naquele ano fiz a primeira audição
no conservatório e, com 11 anos, comecei a acompanhar
o meu pai nas rodas de serestas que ele fazia no quintal de
casa com seus amigos como Zé Ketti, João Nogueira,
Adelaide Chiozzo, Jonas do Cavaquinho (Época de Ouro),
mas meio a contra gosto mesmo”, revela o cantor.
Mas
a carreira vitoriosa de Marcos Assumpção
só estava começando. Também apaixonado
pela música desde criança, o músico
tentou ‘investir’ em outras áreas.
“Eu fazendo pré-vestibular e não sabia
para que, queria prestar para Educação Física
(pela sua paixão por futebol) e uma dúvida
absurda e atroz: acabei optando para Engenharia Química
- que não tinha nada haver - e acabei não
passando porque não sabia nada de matemática
(risos). No mesmo ano prestei para Direito e passei!!!
Mas aí as coisas se inverteram, eu não conseguia
quase ir para a aula porque já tocava num barzinho
à noite, mas sempre paralelo eu tinha aquela coisa
das serestas. Eu já estava mais afim de levar a
música a sério... ao mesmo tempo que meu
pai me dava força, ele se preocupava em eu seguir
a carreira de artista. No último ano de faculdade
descobri que não era aquilo que queria e aí
decidi prestar para Veterinária porque sempre adorei
bichos. Me formei em Veterinária e em Direito mais
não saiu nada direito (risos)”, enfatiza
com alto astral. |
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Tudo aconteceu naturalmente
e na hora certa. No último ano de Veterinária,
em 1995, Marcos conheceu o crítico e pesquisador musical
Ricardo Cravo Alvim, que o convidou para participar do seu programa
na rádio MEC, no Rio de Janeiro. “Conheci o Ricardo
no casamento da sua sobrinha que fui convidado para cantar.
Ele gostou muito e me convidou para participar do programa para
cantar Chico Buarque e Lupercínio Rodrigues, também
me incentivou a seguir a carreira e gravar um disco e começou
a me apresentar produtores e outros artistas. Quando fui ver
estava participando do Teatro Rival no projeto em homenagem
ao Sérgio Sampaio, com o Luís Melodia, Zé
Ramalho, Lenine, Paulinho Moska, Zeca Baleiro, com produção
de Sérgio Natureza. Em 97 comecei a gravar o meu primeiro
disco com a produção do próprio Sérgio
que lançamos em novembro de 98 no projeto ‘Novo
Canto’ ao lado de Raimundo Fagner “, declara.
“QUINTAIS”
– 4º CD AUTORAL
Marcos
Assumpção segue em turnê do seu
4º CD intitulado “Quintais” lançado
em 2006. Nas suas composições ele retrata toda
a sua infância vivida no quintal da sua casa. Entre as
canções do álbum destaque para: “Meu
Quintal”, “Casa Vazia”, “Castiçais”
e “Caravelas”. “Após três discos
de carreira, esse quase todo autoral é a primeira vez.
Eu já estava com vontade de fazer isso há muito
tempo, só não achava o momento certo. Comecei
a me lembrar daquele quintal onde eu fui criado e então
resolvi colocar as músicas para fora, para o público
conhecer... esse meu lado compositor é relativamente
novo”, confidencia. Este CD mostra maturidade musical
e que Marcos Assumpção escolheu o caminho certo.
Muito Sucesso e Parabéns!!!